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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Os sonhos e o tempo.












Os sonhos cutucam o coração ...

Trazendo a ilusão temporária de controle da vida.

 

Desejos, vontades, planos forçosamente adormecidos nesse aprendizado sabático caótico.

Vindo guela abaixo, sem pudor ou meio termo

Tudo ou nada ...

 

Alma abatida e sentida

Temente do destino e da realidade pulsante do sobreviver

 

Os dias passam devagar
Indecisos a marcar o compasso do tempo que se esvai.
 
 

Ir ou ficar

Lutar ou entregar

Gritar !!!

 

A clemência benevolente do viver ajoelha-nos e nos faz enxergar que caminhos traçados não podem ser desatados sem dor.

 

Renúncia e escolha

Direita ou esquerda

Destino sem tino ou cor

Marca indelével do amor

 

Me leve pra onde for ...

 




domingo, 14 de abril de 2013

"Fotografia escrita ..."





"Enviar uma carta é o melhor meio de ir  a algum lugar sem mover nada a não ser o coração"
Phillis Terux
 
 

Recebi uma carta na semana passada de uma pessoa muito querida e que mora bem distante - Bety Pinagel - cujo lar me abrigou durante 08 dos 12 meses que morei dos Estados Unidos.



Bety Pinagel é uma pessoa especial, leitora voraz,  possui um peculiar senso de humor, meio sarcástico, contudo bastante inteligente e engraçado. Quando ela me escreve, sinto como se estivesse lendo um livro rico em detalhes e me delicio com a palavras que ela insere. É quase um poema. Ela descreve o lugar que está  com detalhes que me faz ter a visão do local e até sentir o cheiro do ambiente sem mesmo estar lá.


Pela idade que ela tem, não se adaptou ao uso do computador e internet por mais que os filhos tenham tentado lhe ensinar. Assim comunica-se de maneira “antiquada” que é mediante cartas e cartões.
 
 

Pela distância e tempo, nos correspondemos eventualmente, mas quando recebo uma carta dela corro logo para abri-la e foi assim ao receber uma carta de congratulações pelo aniversário, eu decidi escrever este post, de maneira meio saudosista e nostálgica acerca do prazer especial de se escrever cartas.

  

Carta de acordo com a Wikipedia:

 

 É um meio de comunicação visual, constituído de algumas folhas de papel fechadas num envelope que é selado e enviado ao destinatário da mensagem através do serviço dos Correios. A carta é um papel que você escreve sobre qualquer assunto para uma pessoa.”

 

O encanto do ato de escrever não pode ser sentido na leitura da definição fria acima descrita, portanto só quem já escreveu ou escreve cartas pode sentir esse deleite que começa quase como um ritual litúrgico.

 

Escolhe-se:

1º - o papel de carta (colorido, com flores, borboletas, cheiros...)

2º- o envelope

3º - o selo

4º- a caneta (cor, ponta esférica).

 

Ato contínuo, senta-se num lugar agradável, iluminado, podendo ser numa sacada, na banca da cozinha, na mesa do escritório. Enfim, aonde você se sinta melhor. Pode-se colocar música ao fundo para inspirar ou buscar o silêncio absoluto ao redor para ouvir a voz da alma.

 

Sem exagero podemos ouvir a voz da alma, pois quando escrevemos uma carta invariavelmente buscamos palavras precisas para descrever situações cotidianas que nos acontecem, bem como sentimentos que nos assolam.

 

 

O romantismo das cartas está na dor da espera da resposta, ficamos pensando “se a carta chegou ao destino”, sobre “como a pessoa interpretou o que estamos escrevendo” ... Além é lógico do tempo de esperar(semanas) para saber a resposta e depois semanas para responder continuando aquele diálogo infinito.

 

 
Lembro-me de quando morei nos Estados Unidos, que ao chegar das aulas, por volta das 17:00 hs, eu corria para ver se havia correspondência para mim. E quando havia, abria com sofreguidão a carta, quase rasgando-a na “ânsia” de saber notícias dos meus entes queridos no Brasil. Depois eu lia novamente a mesma carta, relia e relia e muitas vezes o primeiro entendimento do conteúdo não era o mesmo na 3º  ou  4º leitura. Os nuances e entrelinhas surgiam com o tempo e análise.

 

Minha mãe chegou a contar o fim da novela “Roque Santeiro” por carta. Rsrsrsrsrsrsr



Eu li em algum lugar que cartas são “Fotografias Escritas”. Achei perfeita a definição.

  

Cartas não se jogam fora, guarda-se e quando por ventura temos que fazer faxina e arrumação na casa e as encontramos, ela nos leva imediatamente a reviver aqueles momentos ali descritos na nossa memória, parecendo que foi “ontem”.

  

Hoje, temos a internet, os e-mails e facebooks que são importantes ferramentas de comunicação e nos colocam em tempo real conectados com pessoas do mundo inteiro, contudo não se equivale ao romantismo e prazer tangível de uma carta, pois elas são substanciais.

 

 Ademais, quando comunicamos por email ou rede social, escrevemos resumido o que sentimos e de maneira abreviada:  você se torna -vc, beleza - blz, verdade -vdd, fim de semana -fds e assim vai... Agora existem até desenhos para expressar sentimentos ... Daqui a pouco vamos emitir sons sem precisar falar ...grunhir ...  "kkkkkk" que em linguagem de mensagem significa gargalhar, acho que estamos regredindo a época das cavernas!!

  

Outro ponto é que ao escrevermos cartas, estamos aperfeiçoando a nossa linguagem mediante a escrita, buscando as palavras corretas, sinônimos, antônimos para descrever uma situação, além do que a caligrafia melhora muito.
 
 Quase não escrevemos mais, só digitamos. A minha letra que era feia está horrível!!! As vezes nem eu a entendo!!! Mas quando escrevo cartas faço o meu melhor.

 

Creio que estou ficando velha mesmo com esse saudosismo e nostalgia, mas podemos conviver com ambas formas de comunicação, sem necessariamente tornas obsoleta nenhuma!!

 
Assim, em homenagem a figura querida da Bety Pinagel e pela sua doce teimosia em continuar a se corresponder através das cartas que dedico este post e a seguinte frase:
 
"Assim como as chaves abrem cofres, as cartas abrem corações!"
 
                                                 I miss you a lot, "mom" P.!!!
 
 

 

quinta-feira, 28 de março de 2013

O liame do amor - Flávia e Renata !!

 
 

Março é um mês recheado de aniversários na minha família, são tios, primos, avós, sobrinho e eu própria.

 
Fomos gerados no aconchego do inverno (Julho) e nascidos entre o verão e início do outono – somos essa mistura de estações.

 
 Quando criança e adolescente, eu e duas primas - Flavia e Renata (nascemos respectivamente no dia 29,28 e 31 de março) necessitávamos  de luz própria para comemorar o nosso aniversário, cada uma fazia sua festa singular, todavia este ano em especial, pela maturidade da idade, resolvemos inovar, experimentando um só aniversário coletivo.

 
O Universo conspirando favoravelmente possibilitou que a data caísse justamente no feriado prolongado da Páscoa, o que viabilizou a vinda da Renata e família para Cuiabá, visto hoje residirem  em Brasilia.

 
Movidas de  energia empreendedora aceitamos o desafio do tempo curto e da distância, dos gostos e ideias diferentes e algo que plantando como  uma brincadeira, nos conectou fazendo um liame de amor, respeito e confiança.

 

A diferença de idade entre nós – 5 e 16 anos - nunca nos tornou nem próximas ou distantes demais, ao contrário, serviu como divisor que ao invés de separar nos uniu diante de nossas peculiaridades de época e personalidades.

 
 É difícil encontrar adjetivos que combinem três personalidades diferentes, mas resumindo posso apontar os seguintes: generosas, atenciosas, inteligentes, sexies, compreensivas, sofisticadas, persuasivas, meigas, decididas, cúmplices, verdadeiras ... De defeito a contrapor a tanta virtude posso indicar a falta de modéstia ... rsrsrsrsrs.


Choramos fácil, pedimos colo e queremos mimo e atenção, mas pobre  daqueles que confundem a nossa aparência “frágil” como alguém que não oferece resistência.

 
 Somos fortalezas de corpo, alma, espírito  e coração num só conjunto e ao mesmo tempo, cada um no seu individual.


Guerreiras nas missões delegadas que são cumpridas com discrição e entrega, característica essa em comum das três.

 
Assim nesses 30 dias de preparativos mantivemos, uma linha direta de comunicação.  A modernidade nos facilitando as reuniões por telefone com o aplicativo do “whats app”, que possibilitou  “ longas conversas a três ...” .

 
 Imaginem acertar detalhes da festa ... Hilário !!!
 

Uma loucura até acertar o molde e a forma que satisfez a todas.

 
 O nosso grupo de conversa no “whats app” foi apelidado de “Super Poderosas” com foto que caracteriza essas personagens de desenho animado.
 

Rimos, frustramos, debatemos, ponderamos, acordamos e então a data chegou.
 

A expectativa é grande, muito amor e bem querer foi doado no planejamento e confecção do evento.  Que de brinde nos trará de Brasília a família da Renata completa novamente, com o regresso da Dayse ao seio familiar, onde o nosso amor por ela em que pese o tempo e distância  nunca deixou de existir.  


E nada como essa época em que comemoramos a Páscoa, momento para repensar nossas posturas, buscando o renascimento e transformação interior.

 
 Meninas, valeu a pena !!!
 

Esta sendo uma experiência única e peculiar para ser inscrita no nosso Livro da Vida como algo para não se esquecer!!! 


 Amos vocês e que Deus continue nos abençoando hoje e sempre.

 
 Feliz Aniversário!!
 
Obs: A foto foi tirada no aniversário na casa da Renata há 19 anos. 
 

 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Na véspera dos 45 ...



Às vésperas de fazer 45 anos (29 de março) repasso mentalmente tantos fatos e experiências vividas ...



De uma infância sadia brincando na rua com amigos a uma adolescência calma cercada de livros de romance.

 

 
O grande divisor de águas entre a pueril adolescência e o inicio da vida adulta foi a experiência maravilhosa de ter morado como estudante de intercambio por um ano nos  EUA.

 

 

Senti a barra de morar longe do aconchego dos pais, mas recebi amor de pessoas até então desconhecidas e com as quais até hoje me relaciono.

 

 

Ingressei em movimentos de jovens como o Rotaract que fomentou a minha sede de ajudar o próximo e o sonho idealista que eu podia mudar  mundo com minha ação.

 

 

Tomei rumo e decidi entrar na faculdade de Direito, fazendo da deusa Themis minha aliada e companheira.

 

 

Casei-me, sou mãe de dois filhos.

 

 

Passei no concurso público para Delegada de Polícia e muitas aventuras vivi. Enfrentei o desafio do preconceito de atuar numa profissão estigmatizada pela sociedade.

 

 

Rompi minhas próprias barreiras.

 

 

Estou aqui agora, enfrentando talvez a maior batalha da minha vida, que é sobreviver a essa doença traiçoeira e mortal que é o câncer.

 

Os rounds são pesados, mas a base da construção do meu ser é bem fortalecida. O amparo e a força que recebo me tornam corajosa, embora às vezes sucumbo em medo ... sou humana!! 

   

Sempre achei que iria viver muito tempo.

 

Mas o tempo ultimamente vem me espreitando, sinto-o pulsar junto a minha consciência e o relógio da vida soa em meus ouvidos demandando ações.

 

 

Assim, na véspera de mais um ano de vida bem vivida, eu estampo imagens na minha mente e aguardo que o subconsciente e o consciente aceita-as como verdade e procure buscar fórmulas para materializar tais imagens.

 

Agora que passarei para os 45 minutos do segundo tempo da vida, descrevo aqui meus sonhos, desejos e vontades, propondo-me metas a serem atingidas.

 

Desejo viver, mas viver de maneira diferente de antes.

 

Quero reformular antigas fórmulas de viver, na verdade não desejo reformular ou por em forma nada, apenas sentir a vida e a beleza que nela existe.

 

Desejo viver devagarzinho, sentindo a brisa, o calor do dia,  apreciando a lentidão da vida.

 

Quero viajar para vilarejos distantes com realidades diversas daqui.

 

Desejo poder sentar  nos  banquinhos de  praças  bem antigas numa tarde de verão ameno e observar a vida girando ao redor, colhendo empiricamente outras formas de viver e enxergar a vida.

 

Desejo passear por campos e aldeias e conhecer as histórias daquele lugar . Observar as cores das árvores, sentir o cheiro do campo ou a maresia do mar.

 

Desejo estar presente na vida dos meus filhos, acompanhar as mudanças  da adolescência para a maturidade dos dias, suas frustrações diárias e superações.

 

Desejo vê-los encontrar o primeiro amor e estar junto a eles quando da primeira desilusão amorosa.

 

Desejo vê-los no embate do primeiro emprego e acompanha-los em suas conquistas profissionais.

 

Desejo estar presente na igreja com eles e entrega-los a seus amores.

 

 

Desejo receber a noticia da gravidez de minhas noras e pegar meus netos no colo para embala-los satisfeita com o prolongamento da minha vida na vida deles.

 

 

Desejo cuidar dos meus pais e ampara-los na velhice. Leva-los para passear e segurar suas mãos quando precisarem de apoio para levantar.


Desejo ver meus irmãos satisfeitos com a vida e velhinhos como eu para rirmos de nossas aventuras e desventuras.

  

Desejo ver meu sobrinho, sobrinhas e afilhadas crescidas, e vê-los orgulhos e felizes com suas conquistas.

 


E quero estar em todas essas andança junto ao homem que sempre me amou, compreendeu e me acompanha nessa jornada da vida desde os nossos 15 anos.

Desejo lembrar dos dias atuais como dias de aprendizado e crescimento pessoal e não esquecer um dia sequer dessa maravilhosa experiência que é viver.



Para refletir um poema de Carlos Drummond de Andrade .


 

“Não importa onde você parou...

Em que momento da vida cansou...

O que importa é que sempre é possível recomeçar.

 

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdiço da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoística que nada arrisca e que esquivando-se do sofrimento perdemos também a felicidade

A dor é inevitável

O sofrimento é opcional.”

 

 

 

 


quarta-feira, 13 de março de 2013

Autossabotagem e mudança ...




“Mude, mas comece devagar porque a direção é mais importante que a velocidade.

Veja o mundo de outras perspectivas.

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.

Tente de novo todo dia, o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.

Tente

Lembre-se de que a Vida é uma só

Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores de que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda!!”

 

Edson Marques

 

 

 

 

 

 

Hoje acordei bem, tomei café da manhã e notei que o paladar havia voltado, senti o sabor do café, me animei e comi uma fruta e torradas.

 

Li sites da internet, atualizei meu facebook e então quando estava me trocando percebi que não estava sentindo nenhum efeito colateral da quimioterapia, isso depois de 09 dias sob efeitos adversos e diversos...

 



Senti-me SAUDÁVEL

 

 

Amigos, essa palavra e suas demais derivações soam como música gostosa de se ouvir e se sentir.

 

Sentir é “perceber pelos sentidos, ter a sensação, ser sensível a, aperceber-se, ter a consciência de, apreciar o seu estado físico ou moral, crer-se, imaginar-se julgar-se”.

 

Saudável é “que goza de boa saúde, física ou mental, sadio, são”.

 

 

Ao levantarmos, geralmente já temos listas de obrigações, deveres e rotinas a serem cumpridos durante o dia.

 

 

A correria nos impulsiona a não sentir, pois o tempo urge e as cobranças estão por toda parte – trabalho, cônjuge, filhos.

 

 

Sentir, ao inverso denota refletir, pesquisar emocionalmente um sentimento ou sensação para compreendê-lo.

 

 

Sentir-se saudável, é antes de tudo sentir-se bem com seu corpo (físico e mental), é saber ouvi-lo, cuidando e dando atenção a suas demandas, do contrário se reverterá em doenças.

 

 

Não pensamos em Saúde quando a possuímos, a não ser quando ficamos doentes ou conhecemos alguém próximo que ficou doente, daí damos a devida atenção e importância em cultivar Boa Saúde.

 

Acredito que cultivar Boa Saúde é mais que ter boa saúde. Cultivar é formar através da educação, instruir, tornar culto, educar, procurar manter, desenvolver, conservar, interessar-se por. Dessa forma cultivar saúde não é algo momentâneo, da “moda”, mas algo a ser desenvolvido e conservado. Não é para se vivenciar durante uma semana, um mês ou enquanto durar o "regime", mas para toda a vida.

 

Cultivar saúde é mudar padrões de comportamento.

 


E aí meu amigo, vem o x da questão, pois quem está de fato interessado em mudar o X da questão.

  

É quase intrínseco ao ser humano lutar para não mudar, tal qual uma forma de se preservar, sobreviver, ainda que essa forma seja perigosa ou autodestrutiva.

 
 

Visualizando de maneira mais abrangente, temos dificuldade em mudar hábitos e não é só em relação a nossa saúde, mas aos nossos relacionamentos afetivos e profissionais e comportamentos de maneira geral.

 


Quem não conhece alguém que sempre escolhe um mesmo padrão de namorado(a), seja ele (a) agressivo (a), que gosta de trair, ciumento (a) e assim por diante.  Jocosamente dizemos que essa  pessoa tem “dedo podre” para escolha de parceiro (a).

 
 

O nome disso é autossabotagem !!!

 

O mais nebuloso é que essa pessoa ou não identifica esse comportamento ou pode até identifica-lo mas prefere permanecer no erro a aceitar a necessidade de mudança. Assim adia o que é inadiável na esperança cômoda  de que o “tempo” resolverá.

 
 

O tempo resolve algumas coisas, mas a maioria delas depende da nossa ação efetiva e imediata.

 
 

Assim adiamos o início da dieta, da prática de exercícios,  de dormir melhor, de afastar amizades destrutivas, em diminuir o ritmo de trabalho, dar qualidade na atenção com a família ...

 
 

Acredito que o inicio da mudança começa em conscientizar-se e reconhecer essa autossabotagem mediante a assimilação das ocasiões e momentos de autodestruição.

 

Outro pronto é encarar a mudança como aliada ao invés de inimiga, superando e enfrentando a circunstância a despeito do receio do novo.

 
 
A fé em nós mesmos e na nossa capacidade de sermos resilientes é a chave para a abertura de novo caminho. Pode até não ser o ideal, mas já é o começo de transformação.

 

Confesso que algumas vezes me deparo “abatida” e por vezes chateada diante de algumas circunstâncias da minha vida – em especial a certeza de “não controlar” o meu futuro, todavia como exercício de Fé em mim mesmo, respiro fundo, arrumo as ideias, prospecto metas e miro pra frente.

 

Tem dado certo ...